SEO e IA
22 de out. de 2026
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Google reforça o uso de hífens em URLs: entenda a diferença entre hífen e underscore para SEO
Autor: Rafael Lins
Leitura estimada: 1 min
Google atualiza sua documentação sobre hífens em URLs. Entenda por que usar hífen em vez de underscore, veja exemplos práticos e saiba quando alterar URLs existentes.

O Google atualizou sua documentação oficial sobre boas práticas de estrutura de URLs, reforçando uma recomendação conhecida por profissionais de SEO: utilizar hífens (-) em vez de underscores (_) para separar palavras nos endereços das páginas.
A atualização foi identificada e publicada por Barry Schwartz, no Search Engine Roundtable, em 21 de outubro de 2026.
Embora a mudança no texto da documentação seja pequena, ela esclarece um aspecto importante da interpretação de URLs pelos mecanismos de pesquisa.
Para o Google, o hífen sinaliza claramente a separação entre palavras, enquanto o underscore possui um histórico de utilização para representar conceitos que devem permanecer agrupados.
Isso não significa que sites com underscores deixarão de ser indexados ou que trocar todos os endereços por hífens provocará automaticamente melhorias de posicionamento.
A recomendação está relacionada principalmente à clareza da estrutura das URLs e à identificação dos conceitos presentes nos endereços.
O que exatamente o Google atualizou?
A alteração aconteceu na seção Use hyphens to separate words, dentro da documentação oficial de boas práticas para estruturas de URLs.
A recomendação de utilizar hífens já existia.
O Google apenas tornou mais explícita a justificativa técnica para essa preferência.
Antes da atualização
A documentação já recomendava separar palavras utilizando hífens em vez de underscores.
A explicação mencionava que underscores eram historicamente utilizados em linguagens de programação para representar conceitos que deveriam permanecer juntos.
Depois da atualização
O Google acrescentou uma explicação mais direta:
O hífen indica claramente um limite entre palavras.
Essa é a principal diferença.
Não houve anúncio de um novo algoritmo de ranqueamento, nem de uma penalização para páginas que utilizam underscores.
A atualização reforça uma prática de estruturação de URLs já recomendada anteriormente.
Hífen e underscore: qual é a diferença?
Em uma URL, o hífen e o underscore são caracteres válidos, mas podem transmitir informações diferentes sobre a separação dos termos.
Considere três exemplos fictícios:
URL com hífen:
https://exemplo.com/marketing-digital
URL com underscore:
https://exemplo.com/marketing_digital
URL com palavras unidas:
https://exemplo.com/marketingdigital
A primeira opção deixa explícito que existem duas palavras: marketing e digital.
A segunda utiliza um caractere historicamente associado à união de termos em determinados contextos técnicos.
A terceira não apresenta nenhum separador.
A recomendação oficial do Google é utilizar a primeira estrutura sempre que possível.
Comparativo prático
Estrutura | Exemplo | Orientação |
|---|---|---|
Hífen |
| Recomendada |
Underscore |
| Não recomendada para separar palavras |
Palavras unidas |
| Menos clara |
URL descritiva |
| Recomendada |
URL baseada apenas em ID |
| Menos informativa |
A recomendação não significa que todas as URLs precisam conter palavras-chave.
O objetivo é criar endereços legíveis, descritivos e organizados.
Por que o Google prefere hífens?
A justificativa envolve a maneira como diferentes sistemas interpretam a separação de palavras.
Em muitas linguagens de programação, underscores são utilizados para nomear funções, variáveis e identificadores.
Por exemplo:
format_date
user_name
product_category
Nesses casos, o underscore ajuda a representar um identificador composto.
Já o hífen funciona como um separador visual mais explícito entre palavras.
Por exemplo:
format-date
user-name
product-category
Para a estrutura de uma URL, essa distinção facilita a identificação dos conceitos presentes no endereço.
O Google explica que isso beneficia tanto os usuários quanto os mecanismos de pesquisa.
Exemplo com uma página sobre SEO técnico
Considere:
https://exemplo.com/seo_tecnico
E:
https://exemplo.com/seo-tecnico
A segunda estrutura sinaliza mais claramente a separação entre os termos SEO e técnico.
Isso torna o endereço mais fácil de interpretar visualmente.
Entretanto, não significa que o Google seja incapaz de compreender o conteúdo da primeira URL.
A análise de uma página envolve muitos outros sinais, incluindo conteúdo, títulos, links e estrutura do site.
O hífen é um fator de ranqueamento?
É importante diferenciar uma recomendação técnica de um fator de ranqueamento com impacto mensurável.
O Google recomenda utilizar hífens porque eles ajudam na identificação dos conceitos presentes na URL.
Mas a atualização de outubro de 2026 não apresenta evidências de que simplesmente substituir underscores por hífens provoque ganhos de posicionamento.
Também não anuncia uma nova penalização para URLs com underscores.
A documentação trata da clareza e da organização dos endereços.
Portanto, seria incorreto afirmar:
"O Google agora penaliza sites que utilizam underscores."
Ou:
"Trocar underscores por hífens melhora automaticamente o ranking."
Nenhuma dessas conclusões é sustentada pela atualização.
A interpretação mais adequada é:
Ao criar novas URLs, utilize hífens para separar palavras. Para URLs existentes, avalie os riscos antes de realizar mudanças.
Exemplos de URLs recomendadas para diferentes tipos de sites
A orientação pode ser aplicada a diferentes projetos.
Blogs e portais de conteúdo
Recomendado:
https://exemplo.com/blog/como-configurar-ga4
Menos recomendado:
https://exemplo.com/blog/como_configurar_ga4
Menos descritivo:
https://exemplo.com/blog/post12345
A primeira URL é legível e comunica o assunto principal do conteúdo.
Ecommerce
Recomendado:
https://loja.exemplo.com/camiseta-preta-algodao
Menos recomendado:
https://loja.exemplo.com/camiseta_preta_algodao
Menos descritivo:
https://loja.exemplo.com/produto/98453
Em lojas virtuais, URLs descritivas também podem facilitar a compreensão da estrutura do catálogo.
Isso não significa que identificadores numéricos sejam proibidos.
Eles podem ser necessários em determinadas plataformas, desde que a estrutura continue rastreável e consistente.
Sites institucionais
Recomendado:
https://exemplo.com/servicos/consultoria-seo
Menos recomendado:
https://exemplo.com/servicos/consultoria_seo
Cursos e plataformas educacionais
Recomendado:
https://exemplo.com/cursos/inteligencia-artificial-educacao
Menos recomendado:
https://exemplo.com/cursos/inteligencia_artificial_educacao
Conteúdos técnicos
Recomendado:
https://exemplo.com/blog/google-tag-manager
Menos recomendado:
https://exemplo.com/blog/google_tag_manager
Em todos esses exemplos, o principal benefício é a clareza da estrutura.
E quando a palavra possui hífen naturalmente?
Nem todo hífen em uma URL representa necessariamente a separação de duas palavras independentes.
Algumas expressões possuem hífen em sua grafia.
Por exemplo:
https://exemplo.com/guia/e-commerce
Nesse caso, o hífen também faz parte da expressão utilizada.
Não existe necessidade de remover o caractere apenas porque ele aparece dentro de um termo composto.
O objetivo é manter a URL compreensível e consistente.
URLs com underscore precisam ser alteradas?
Essa é provavelmente a pergunta mais importante para sites que já possuem centenas ou milhares de páginas publicadas.
Não necessariamente.
Se um site possui URLs com underscores que já estão indexadas, recebem tráfego e possuem links externos, alterar esses endereços apenas para substituir o separador pode introduzir riscos desnecessários.
Uma mudança de URL pode exigir:
Implementação de redirects.
Atualização de links internos.
Atualização do sitemap XML.
Revisão das canonicals.
Novo rastreamento pelo Google.
Reprocessamento de sinais.
Atualização dos resultados de pesquisa.
Além disso, links externos podem continuar apontando para os endereços antigos.
Portanto, uma alteração aparentemente simples pode se transformar em um processo de migração.
Exemplo de mudança
URL antiga:
https://exemplo.com/guia_seo_tecnico
Nova URL:
https://exemplo.com/guia-seo-tecnico
Se a alteração for realmente necessária, o endereço antigo deverá redirecionar permanentemente para o novo.
O redirecionamento HTTP 301 é uma opção comum para esse cenário.
Mas o redirect não elimina automaticamente o tempo necessário para o Google descobrir, rastrear e processar a mudança.
Quando vale a pena modificar URLs existentes?
Existem situações nas quais uma revisão da estrutura pode fazer sentido.
Por exemplo:
Durante uma migração planejada.
Na reformulação da arquitetura de informação.
Na consolidação de URLs duplicadas.
Na padronização de novas categorias.
Na correção de estruturas confusas.
Quando existem outros problemas técnicos que justificam a intervenção.
Entretanto, se o único problema identificado é a presença de underscores, a relação entre benefício e risco precisa ser analisada.
Em muitos casos, pode ser mais adequado preservar as URLs existentes e aplicar a recomendação às novas páginas.
Como migrar uma URL com underscore para hífen corretamente?
Caso a alteração seja aprovada, é importante seguir um procedimento técnico.
1. Mapear as URLs antigas
Crie uma relação completa dos endereços que serão modificados.
Exemplo:
URL antiga | Nova URL |
|---|---|
|
|
|
|
|
|
2. Configurar redirects permanentes
Cada URL antiga deverá apontar para sua correspondente nova.
Exemplo:
/seo_tecnico → HTTP 301 → /seo-tecnico
Evite redirecionar indiscriminadamente todas as páginas antigas para a homepage.
O destino deve corresponder ao conteúdo original.
3. Atualizar links internos
Menus, breadcrumbs, links contextuais e outros elementos devem apontar diretamente para as novas URLs.
Isso reduz a dependência de redirecionamentos internos.
4. Atualizar as canonicals
As páginas novas devem apresentar uma canonical coerente com a estrutura definida.
Exemplo:
<link rel="canonical" href="https://exemplo.com/seo-tecnico">
5. Atualizar o sitemap XML
O sitemap deverá listar as URLs canônicas atuais.
URLs antigas redirecionadas não devem continuar sendo apresentadas como os endereços principais das páginas.
6. Validar no Google Search Console
Após a publicação, acompanhe:
Rastreamento das novas URLs.
Respostas HTTP.
Indexação.
Canonical selecionada pelo Google.
Erros de redirecionamento.
Evolução de cliques e impressões.
7. Monitorar o desempenho
Compare o comportamento antes e depois da mudança.
É importante considerar que o Google pode precisar de tempo para processar os novos endereços.
Não interprete pequenas oscilações imediatas como prova de sucesso ou fracasso da migração.
Hífens e underscores em parâmetros UTM são a mesma coisa?
Não exatamente.
Essa distinção é importante para profissionais de marketing e analytics.
A recomendação do Google trata da estrutura de URLs e da separação de palavras.
Mas parâmetros UTM também funcionam como identificadores utilizados por ferramentas de mensuração.
Considere:
https://exemplo.com/curso?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=curso_marketing_digital
Nesse exemplo, curso_marketing_digital é o valor de um parâmetro de campanha.
Ele pode seguir uma convenção de nomenclatura definida pela operação de marketing.
Não significa que todas as UTMs existentes precisam ser alteradas para utilizar hífens.
Exemplo de duas convenções
Convenção A:
utm_campaign=curso_marketing_digital
Convenção B:
utm_campaign=curso-marketing-digital
Ambas podem funcionar como identificadores de campanha no GA4.
O mais importante nesse contexto é manter uma convenção consistente.
Alterar arbitrariamente a nomenclatura pode fragmentar os relatórios, porque os valores passam a ser registrados como campanhas diferentes.
Atenção aos nomes dos parâmetros
Também não se deve confundir os valores dos parâmetros com seus nomes.
Parâmetros padronizados como:
utm_source
utm_medium
utm_campaign
utm_content
utm_term
utilizam underscores por definição.
Eles não devem ser renomeados para utm-source ou utm-medium.
Esses nomes são utilizados pelas ferramentas de analytics para reconhecer os parâmetros de campanha.
Portanto:
A recomendação de hífens em URLs não é uma orientação para modificar a sintaxe dos parâmetros UTM.
O Google também recomenda URLs simples e descritivas
O uso de hífens é apenas uma parte das recomendações oficiais.
A documentação do Google também destaca outros aspectos.
URLs legíveis
Prefira:
https://exemplo.com/blog/auditoria-ga4
Em vez de:
https://exemplo.com/index.php?id=98765&cat=32
Isso não significa que URLs com parâmetros sejam inválidas.
A recomendação é utilizar estruturas compreensíveis sempre que possível.
Idioma do público
O Google recomenda utilizar palavras no idioma do público-alvo.
Para um site brasileiro, isso pode significar utilizar termos em português.
Exemplo:
https://exemplo.com/servicos/consultoria-marketing-digital
Menos parâmetros desnecessários
Parâmetros que não alteram o conteúdo podem aumentar a quantidade de versões alternativas de uma mesma página.
Isso merece atenção em sites com filtros, ordenações e sistemas de navegação complexos.
Padronização de maiúsculas e minúsculas
O Google pode tratar URLs com diferenças de capitalização como endereços distintos.
Por exemplo:
https://exemplo.com/SEO
e:
https://exemplo.com/seo
podem representar URLs diferentes.
Por isso, utilizar um padrão consistente, normalmente com letras minúsculas, ajuda a reduzir ambiguidades.
Qual é o impacto em WordPress, Framer e outras plataformas?
A recomendação é aplicável independentemente do CMS utilizado.
WordPress
O WordPress normalmente permite definir o slug de cada publicação.
Exemplo:
google-tag-manager-settings
É recomendável revisar o slug antes de publicar o conteúdo.
Se a página já estiver publicada e indexada, mudanças posteriores exigem cuidado com os redirecionamentos.
Framer
No Framer, os slugs também podem ser configurados para páginas e itens de CMS.
Uma estrutura adequada para artigos seria:
/blog/google-hifens-urls-seo
O ideal é definir o endereço antes da publicação.
Se uma URL publicada precisar ser alterada, verifique os recursos de redirecionamento disponíveis na plataforma e no plano utilizado.
Ecommerce
Em plataformas de ecommerce, a estrutura pode ser influenciada por categorias, produtos, filtros e identificadores.
Nesse cenário, a padronização deve considerar também canonicalização, navegação facetada e prevenção de URLs duplicadas.
URLs com hífen ajudam mecanismos de IA a compreender o conteúdo?
A documentação analisada trata especificamente das boas práticas para a Pesquisa Google.
Ela não apresenta uma pesquisa demonstrando que URLs com hífens aumentam a probabilidade de um conteúdo ser citado por ferramentas de inteligência artificial.
Portanto, não seria correto afirmar que trocar underscores por hífens melhora automaticamente a visibilidade em AI Overviews, AI Mode ou assistentes de IA.
Entretanto, existe uma relação conceitual importante.
URLs claras e descritivas fazem parte de uma arquitetura de informação organizada.
Essa arquitetura pode facilitar o trabalho de sistemas que precisam descobrir, rastrear e interpretar conteúdos.
Mas o endereço da página é apenas um dos elementos disponíveis.
O conteúdo, a estrutura semântica, os links e a capacidade de rastreamento continuam sendo fundamentais.
A recomendação de utilizar hífens deve ser entendida como uma boa prática de SEO técnico, não como uma técnica isolada de otimização para IA.
Checklist de boas práticas para URLs
Verificação | Recomendação |
|---|---|
Separação de palavras | Utilizar hífens |
Underscores em slugs | Evitar em novas URLs |
Palavras unidas | Evitar quando prejudicarem a leitura |
Idioma | Utilizar termos adequados ao público |
Descrição | Criar endereços compreensíveis |
Letras maiúsculas | Manter um padrão consistente |
Parâmetros | Evitar versões desnecessárias |
Canonical | Apontar para a URL preferencial |
Sitemap | Listar URLs canônicas |
Links internos | Utilizar os endereços definitivos |
Mudanças de URL | Implementar redirects apropriados |
URLs existentes | Evitar alterações sem justificativa técnica |
Esse checklist pode ser utilizado em auditorias de SEO, desenvolvimento de sites e planejamento de migrações.
O que essa atualização realmente significa para SEO?
A principal mensagem do Google não mudou.
URLs devem ser claras, organizadas e compreensíveis.
A atualização de outubro de 2026 apenas tornou mais explícita a diferença entre os dois caracteres.
O hífen indica uma separação entre palavras.
O underscore possui um histórico de utilização para representar termos agrupados.
Essa distinção pode ajudar mecanismos de pesquisa a identificar conceitos presentes nos endereços.
Mas não representa uma mudança radical na maneira como o Google classifica páginas.
Também não justifica alterações indiscriminadas em sites que já possuem URLs estáveis e bem indexadas.
Conclusão
A atualização da documentação do Google reforça uma prática consolidada de SEO técnico: utilizar hífens para separar palavras nas URLs.
Para novas páginas, a recomendação é simples.
Prefira:
/consultoria-seo
Em vez de:
/consultoria_seo
Ou:
/consultoriaseo
Mas para páginas existentes, a decisão exige mais cuidado.
Uma URL com underscore não é automaticamente problemática.
E uma migração realizada apenas para trocar separadores pode introduzir riscos que superam os benefícios esperados.
O mais importante é compreender que SEO técnico depende de consistência.
Uma boa estrutura de URLs precisa considerar legibilidade, rastreamento, canonicalização, links internos, redirecionamentos e organização do conteúdo.
Na Ad Rock Digital Mkt, auditorias de SEO técnico e projetos de migração consideram esses elementos em conjunto, evitando alterações desnecessárias que possam comprometer a indexação e o desempenho orgânico.
A recomendação prática é adotar hífens nas novas URLs e avaliar cuidadosamente qualquer mudança nos endereços já publicados.
Fontes e referências
Search Engine Roundtable, Google Updated Its URL Structure Best Practices For Hyphens In URLs, 21 de outubro de 2026
https://www.seroundtable.com/google-hyphens-in-urls-doc-42346.html
Google Search Central, Práticas recomendadas de estrutura de URL para a Pesquisa Google
https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/url-structure?hl=pt-BR
Google Search Central, Práticas recomendadas de estrutura de URL para ecommerce
Google Search Central, Gerenciar mudanças de URLs e migrações de sites
https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/site-move-with-url-changes
Google Search Central, Consolidar URLs duplicadas
https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/consolidate-duplicate-urls
Nota editorial
A atualização de 21 de outubro de 2026 representa um esclarecimento na redação da documentação oficial, e não o anúncio de um novo fator de ranqueamento. Os exemplos de URLs apresentados neste artigo são ilustrativos. As recomendações sobre migração, UTMs, plataformas e SEO para IA são aplicações práticas e análises técnicas complementares à notícia original.
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